quinta-feira, 26 de março de 2020


Chef Marcos Lôbo realiza pesquisa Pancs

Com a programação toda mudada por causa do Coronavírus o chef Marcos Lôbo foi em busca da pesquisa, onde ficou hospedado para que sua ida ao Rio de Janeiro não fosse em vão e, como ficou na cidade de Petrópolis por uma semana, foi em buscar de pesquisa para obter informações de como a flora selvagem pode ajudar as pessoas através das pancs, a criar imunidade no seu corpo com medidas simples que encontramos nas ruas, calçadas e florestas.
Almeirão

Amaranto Roxo

Caruru

Chuchu

 
 Coentro Selvagem e Transagem

Flor de Maria Mole

Fruto da Costela de Adão

Fungo

Fungo

  
Fungo

Mandioca Brava da Mata Atlântica

Picão Branco

Pimenta Dedo de Moça

Serralha
  
 
Taioba
Petrópolis no Rio de Janeiro, foi palco de uma pesquisa que o Chef Marcos Lôbo, que estava com uma agenda lotada, realizou no Bairro do Bonfim e nas ruas, onde encontrou plantas da flora e da mata atlântica que ajuda a criar a imunidade no corpo do ser humano e assim, proteger de várias doenças que temos ao longo da vida.


Usar o alimento in natura de uma forma consciente é conscientização. Hoje é poder criar imunidade no seu corpo contra vários tipos de doenças que vem atravessado e surgindo em nosso planeta devido à modificação do homem com a natureza. Assim antes de comprar algo para comer, pense primeiro em sua saúde. A flora sempre nos deu a resposta que precisamos e até a pouco confundidas com pragas e mato, as Plantas Alimentícias Não Convencionais estão de volta à cozinha brasileira. Nutritivas, ricas em aromas, cores e sabores, úteis à finalização de pratos, pouco conhecidas.

As variações climáticas com as alternâncias entre os períodos de chuvas com seca, fazem com ocorram modificações e adaptações nos insumos utilizados na alimentação.  Podem constituir importantes fontes alimentares, devido sua composição nutricional e com técnicas adequadas de preparos, tornarem-se comidas saborosas, sendo inclusive uma forma de cultivo sustentável por já fazerem parte da nossa flora hoje.

Trata-se de plantas de fácil propagação, que se adaptam a condições de solo e clima e que, em função das mudanças nos hábitos alimentares, deixaram de ser consumidas, passando a ser encaradas como daninhas. Serralha, Folha de seriguela, beldroega, azedinha, bertalha, almeirão de árvore, caruru, alecrim do mato, folha de quiabo, jambu, mastruz e palma forrageira são exemplos e tantas outras.
Coube a uma leva de interessados voltarem a olhar para elas com mais carinho. Os cuidados para uma alimentação saudável está sendo o cenário em nosso país que vem mudando tanto na gastronomia e na nutrição para quebrar este consumo de produtos industrializados.



As Plantas Alimentícias Não Convencionais estão há anos como fonte de alimentos onde seu processo é só conhecer, colher e comer. Ricas em nutrientes funcionais e nutricionais. Quando elaboramos um cardápio com este conhecimento em Pancs, fica a certeza que o seu quintal pode ser seu primeiro ponto de recolhimento dos seus próprios ingredientes para complementar um cardápio diferenciado.



Como gastrônomo e pesquisador esperamos ajudar as pessoas que queiram se alimentar usando as pancs como fonte alternativas para que possamos entender que a flora nos dar a resposta de onde forma nutricional e funcional, criar imunidade em nosso corpo com conhecimento desta flora alternativa.

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ALERTA!
SE VOCÊ NÃO POSSUI CONHECIMENTOS PARA IDENTIFICAR, MANIPULAR E CONSUMIR ESSAS PLANTAS E PRINCIPALMENTE OS FUNGOS DA FLORESTA, NÃO O FAÇA! 
EVITE RISCOS A SUA SAÚDE.

quinta-feira, 12 de março de 2020


As cangaceiras da Sulanca
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Visitando Caruaru
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Quem chega em Caruaru no sábado à noite e fica hospedado no entorno da Feira de Artesanato e da Sulanca, já percebe naturalmente o movimento de expectativas reservado para a madrugada do domingo. Centenas de pessoas superlotam o estacionamento e ruas já as 3 horas da madrugada da segunda-feira. A Feira da Sulanca é um fenômeno comercial muito interessante e na minha opinião um dos principais motivadores de visitas da cidade. Ocorre uma vez na semana, mas consegue envolver senão todos, mas muitos serviços diretos e indiretos. São pessoas que partiram de várias regiões do nordeste e até além, para comprar roupas a preços acessíveis para uso próprio, presentes e revendas.
É impressionante a disponibilidade e preparo físico necessário para circular na feira e achar o que deseja. 
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Amanhecer em Caruaru no bairro de Petrópolis
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Feira  da Sulanca no início da tarde de domingo, praticamente terminando.
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No Alto do Moura as atrações culturais estão inicialmente focadas para a Casa Museu Mestre Vitalino e as casas de venda de artesanato de outros mestres famosos com o Luíz Galdino. Bares e restaurantes oferecem comidas típicas e forró pé de serra com programações e dias variados.


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Para os que não tem paciência de carregar sacolas na sulanca, a Feira de Artesanato é boa sugestão. Com muitas variedades de produtos e matéria prima como couro, madeira, palha e metal, todos muito bem distribuídos em ruas e barracas organizadas.

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É sempre possível encontrar uma típica banda de pífanos alegrando o ambiente e pessoas vestidas como cangaceiros. As áreas destinada a gastronomia possui comidas regionais, bebidas e demais produtos que enchem os olhos de curiosidades para degustar.


É preciso visitar outras vezes Caruaru para conhecer seus demais atrativos naturais e culturais, percorrer o centro da cidade e bairros, se envolver e conhecer as pessoas que são hospitaleiras e acolhedoras.

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Noite de surperlua no bairro de Petrópolis


Banda da cidade percorrendo o entorno do centro em comemoração ao Dia da Carta Magna de Pernambuco 
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Visitando Gravatá
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É uma das principais estações de férias de Pernambuco. Para os desejosos de vivenciar seus atrativos, Gravatá oferece a Serra das Russas, com belos mirantes, bares típicos e barraquinhas de frutas regionais; as chácaras com chalés em estilo alpino e jardins de multicoloridas flores; os haras - palcos de grandes leilões de cavalos de raça, vaquejadas e shows artísticos; as cachoeiras do Doé e da Palmeira (balneáveis); a Pedra Branca (utilizada para a prática de alpinismo); o Sítio de Dona Nadir (com furna e balneário); o artesanato - onde proliferam os móveis em madeira e vime, as peças em bronze, os brinquedos educativos, as talhas, a cerâmica utilitária e até as mimosas  "bonequinhas da sorte", feitas em pano; a Igreja Matriz de Santana (século XIX), com suas muitas imagens; o mirante do Cruzeiro (cujo acesso pode ser feito pela Escada da Felicidade - com 365 degraus); a feira livre (quartas e sábados), englobando a interessante "feira do troca-troca" - dentre outros. 
                                                         
                                                                     Matriz de Santana

Gravatá dispõe de eficiente infra-estrutura turística, com bons hotéis a oferecer alternativas para o lazer campestre; restaurantes típicos e de culinária internacional, sendo um dos melhores pólos gastronômicos do Estado.


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Mercado Público Gustavo Borba (Mercado da Farinha)
O local conta com uma grande variedade de farinha, charque, cereais, temperos e comidas regionais. 
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Uma excelente opção gastrostômica para o visitante que chega cedinho na cidade ou está de passagem pela BR - 232 é comer a mistura de macaxeira, inhame e cuscuz  acompanhado com um prato de galinha guisada e café com leite. Servidos?
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Quem gosta de charque vai gostar de assistir o vídeo abaixo


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O Mercado Cultural (antigo Mercado da Charque) é outra excelente opção de gastronomia e cultura. Vários artistas populares se apresentam com o melhor da música regional
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 Caminhar por corredores e bancas da feira livre é recomendado. Os aromas das frutas, legumes, verduras, temperos e falas dos feirantes é uma experiência sensorial muito gratificante.


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