sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

 MUNICÍPIO DE FLORES

Rota do Cangaço em Flores da Ribeira do Pajeú.

23/12/2020

Por Luíz Venerre


Estamos vivenciando a Rota do Cangaço em Flores da Ribeira do Pajeú.

O local onde morreu Levino Ferreira, irmão de Lampião.

Local Fazenda São Gonçalo

Aqui confrontaram-se:

02 Volantes & O Bando de Lampião

Pós 02 dias e uma noite um Volante atira em Levino Ferreira, irmão de Lampião, o mesmo chegou a óbito depois de 02 dias. Essa furma serviu de esconderijo para Lampião e seu Bando.

Pós o óbito de Levino Ferreira, Lampião corta o pescoço do irmão e enterra a cabeça em um local e o corpo em outro com o objetivo de esconder o corpo do falecido para não ser identificado pelos inimigos. Este costume era uma prática da época por parte dos cangaceiros e das Volantes.


Cruz do serviçal do chefe político de Flores, o senhor Manoel de Souza Santana (Neco Santana) Chefe do Clã da família Santana e primeiro prefeito oriundo dessa Família. Esse fato deve-se por conta que Lampião e seu bando queriam invadir a cidade de Flores da Ribeira do Pajeú aproximadamente entre 1925 e 1928. O falecido Senhor Antônio tinha apenas 18 anos de idade, na ocasião, Antônio levava um bilhete para uma volante que se encontrava no Povoado de São João dos Leites, Zona Rural de Flores. O fito do chefe Político era pedir reforço policial (Antônio, o serviçal, pagou com a própria vida sendo abatido pelos cangaceiros

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

 


Cozinha do Chef Marcos Lôbo

Ipojuca - PE

21/12/2020


Filé de traíra com tilápia




Buchada de Bode


 
Galinha D’Angola ao molho


Pesquisador e Gastrônomo Marcos Lôbo



terça-feira, 15 de dezembro de 2020

 


FAZENDO HISTÓRIA  - FAMÍLIA LÔBO NASCIMENTO

Sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Qual a palavra para agradecer minha genitora Ivanise Lôbo Nascimento depois de tantos anos vividos nesse planeta chamado de Terra, em colocar no mundo suas gerações futuras onde o equilíbrio seria a 5ª geração de sua cultura gastronômica brasileira. O horário destas palavras conhecida com a hora do seu nascimento dentro de âmbito na cozinha. As gerações passar mais quando comemos descobrimos nossa infância e até a nossa velhice porque tudo anda junto neste ato.

A busca de sua identidade não seria melhor que uma fotografia, mais sim um caderno onde as palavras de um menino de 14 anos escreveram nos anos 70 sobre a sua culinária que sua genitora fazia para os finais de semana quando levava para o litoral Paulista seus filhos para brincar com mar. Mais que prato é esse que poucas pessoas falam mais ela ia a feira comprar charque, feijão verde, tomate, cebola e coentro para em seu lar prepara o famoso arrumadinho de charque e leva como almoço para alimentar seus filhos.

Neste momento depois de minha partida com o sonho de me tornar um cozinheiro encarou vários desafios, aprendi, errei, julguei e fui julgado mais não desisti do meu ideal que viriam por vir depois de 39 anos morando no Rio de Janeiro na cidade de Petrópolis.

Voltei em 2009 com um proposito de melhorar e depois que fiz minha graduação entendi que tudo quer aprendi serviria para um proposito maior em nossa gastronomia brasileira, não sou antropólogo, biólogo, historiador, nutricionista, agrônomo mais sou um gastrônomo pesquisador que hoje entende como nossa gastronomia começou.

Em fim a palavra para tudo isso é gratidão por ter nascido nesta hora dentro de uma cozinha e brincando com as panelas me encontrei na gastronomia e minha genitora orgulhosa com isso tem que homenagear ela com seu prato que foi feito no leito de sua cozinha e virou também identidade de nossa cidade pernambucana, pela sua simplicidade conquistou outros estados que é o arrumadinho de charque que nasceu no bairro Salgadinho, na Rua Doutor Miguel Nunes Viana, nº 186. Tenho orgulho de está presente juntos com meus irmãos e precisar deste prato como forma de alimentar na beira mar de Paulista, nas praias que sempre frequentávamos.

 

Pesquisador e Gastrônomo Marcos Lôbo

mlobo199@yahoo.com.br

 

46ª Corrida de Jangadinhas

Todos os anos, desde a fundação em 1974 da AEJAPA – Associação Esportiva das Jangadinhas de Pau Amarelo, que acontece a Corrida de Jangadinhas.










Nesse ano de 2020, devido a pandemia do covid – 19, os coordenadores da AEJAPA, representado por Manoel Crins, um dos seus idealizadores mais dedicados e antigo, decidiram que o evento seria simbólico.



Encontramos uma muito bem organizada, porém discreta e silenciosa concentração, com um reduzido número de competidores e suas jangadinhas artesanais e coloridas.



Era um domingo em 13 de dezembro, reunidos na praia de Nossa Senhora do Ó na cidade de Paulista. A maré estava seca, perfeita para as condições da corrida e o tempo alternava entre sol quente e nublado. Haviam poucos banhistas, sendo assim, poucos espectadores, mas entre os competidores a emoção e satisfação de participar de um evento tradicional era visível.




Ao chegarem ao local da largada, os competidores ajustavam suas jangandinhas e se aliavam, aguardando o sinal do Manoel Crins considerado “hors concours”, e como sempre, larga na frente com bastante habilidade.



Quem observa a corrida de perto, confirma que não é nada fácil manter a vela da jangadinha em pé e equilibrada a favor do vento. Mesmo sendo uma competição cuja a água fica abaixo do joelho, é necessário ter disposição e fôlego para aguentar os 200 metros, aproximadamente, do percurso de ida e volta. Difícil, mas não menos divertido

Numa situação normal, o evento atrai mais competidores e público, oferece variadas premiações num clima de animação. Muitos curiosos que ainda não conheciam essa modalidade de corrida se aproximam, as crianças então fazem a festa.

Parabéns aos coordenadores do evento, em especial ao mestre Manoel Crins, que se dedicam em manter uma tradição tão pitoresca no cenário praieiro do litoral pernambucano.




Veja os vídeos

Corrida de Jangadinhas 1 - 44ª competição - Praia de Nossa Senhora do Ó – Paulista – Pernambuco:


Corrida de Jangadinhas 2 - 44ª competição - Praia de Nossa Senhora do Ó – Paulista – Pernambuco:


Corrida de Jangadinhas 3 - 44ª competição - Praia de Nossa Senhora do Ó – Paulista – Pernambuco:




quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

 


MUNICÍPIO DE ABREU E LIMA

01/12/2020

Por Pâmela Nobrega

Abreu e Lima ainda é um tesouro que deve ser descoberto pelos Pernambucanos...

Reserva de Floresta Urbana Mata de São Bento, onde estão o Porto Jatobá, as Ruínas da Igreja de São Bento com seu novo mirante, Forno do Cal, Sítio Arqueológico do Engenho Jaguaribe e as Trilhas Ecológicas etc

Então, entra no link, curte, comenta e compartilha só assim vamos descobrir mais um tesouro de Pernambuco.

https://www.instagram.com/p/CIReEcKBrtC/?igshid=1wc9g1blerg9m

 MUNICÍPIO DE FLORES

01/12/2020

Por Luíz Venerre


João José da Cruz Neto (Mestre João - Capoeira e Guia Tour)


O Vale do Cafundó


sexta-feira, 27 de novembro de 2020

 MUNICÍPIO DE FLORES

Por Luíz Venerre


























 


Abreu e Lima agora conta com um novo atrativo turístico - O mirante das Ruínas da Igreja de São Bento e a sua privilegiada paisagem do litoral norte de Pernambuco! Vamos simbora conhecer?

Por Pâmela Nobrega










COMO CHEGAR NAS RUÍNAS DE SÃO BENTO